terça-feira, setembro 30, 2008

Cenas de Londres II

Caaaaaaaroline + Caaaaaaaaaarolina = aaaaaaaaaaaaaa!



there's something about the hat


london eye(s)

right people, right place

quinta-feira, setembro 25, 2008

Evento da Alice em Londres

Nao é o máximo isso que vai rolar em Londres?

Wonderland: Down the Rabbit Hole

Wonderland is having a revival. This year has seen the soaring popularity of dolls, tea parties and cupcakes, and there was even a musical set in the Land of Oz. This weekend, the cheerfully named events company Let’s Paint the Town Red will attempt to create a magical, twisted world based on Alice’s Wonderland, all in the distinctly commuter-ridden environs of the South Bank. As with the phenomenal Punchdrunk productions of recent years, Down the Rabbit Hole will be a multi-dimensional event, involving theatre, music, and art, and they’re even putting on live bands. Each performance lasts two hours and is sure to transport one to one’s very own unbirthday party. How civilised. To book your all-important ticket to escapism click here.

Source: Le Cool.

quarta-feira, setembro 24, 2008

Cris, eu e Barcelona



Vicky Cristina Barcelona, lá estava eu, no dia da estréia.

No dia em que Woody Allen fez a coletiva de prensa em Barcelona – acompanhado de Javier Bardem.


Um filme pouco Alleniano, quer dizer, diferente do que seria considerado aquele tradicional “filme do Woody Allen”. A começar porque ele não aparece – nem ele mesmo, nem sua voz em off, nem na pele de algum outro personagem. Bueno, talvez salpicado aqui e ali nas doses moderadas de neurose. Claro, pois um filme completamente isento de neurose e sem citar nem sequer uma vez a palavra “shrink” não seria um filme de Wody Allen e ponto. Todo mundo sabe.


O resultado surpreendeu. Fugir da fórmula Allen funcionou graças a uma obra simples, porém bem feita, uma história bem contada. Sem riscos. Perfeito para um fim de tarde de sábado. Como já era de se esperar, se cria uma imagem mitificada de Barcelona (quem dera tivéramos noites embaladas a solos de guitarra espanhola em qualquer bar). Mas essa imagem combina com a do artista Juan António, interpretado por nosso amigo Javi. Homens: vocês todos vão querer ser ele. E não é à toa. Mulheres, well... Vocês vão querer estar com ele.

Scarlett e Penélope estão ótimas. Na tela, doses cavalares de gente sexy, sem ser forçado. Tá aí uma coisa que gostei bastante. O sex appeal (talvez exacerbado algumas poucas vezes só no jeito de Javier) é todo muito natural. Flui. As mulheres parecem mulheres de verdade, e não semi-deusas intocáveis hollywoodianas.


Aliás, me identifiquei MUITO com a Cristina de Scarlet.


Apaixonada por arte, ela tem uma vontade de se expressar muy explosiva, mas não se vê talentosa o suficiente para fazê-lo. Ama música, mas não sabe tocar nenhum instrumento. Adora pintura, mas não pinta. Quiçá como alternativa ela escreve, se engaja na fotografia e se aventura pelo universo audiovisual, atuando inclusive uma vez como atriz (pois é, até isso eu já fiz). Fica saltitando de uma coisa a outra e não se decide por nenhuma de verdade. Quer fazer tudo. Tem sede de tudo.

Essa inquietude também permeia o resto da sua vida: ela só sabe o que não quer. Se está bem, estabilizada demais em algo, enjoa. Começa a se mexer, parecendo alguém que está em uma posição desconfortável.


Parêntesis para insight:

(Pelo menos venci essa minha inquietude no campo afetivo-amoroso. Tive minha fase, descrita neste blog em 2007, mas percebi que encontrei alguém que nunca vai me entediar. Agora de resto... continuo sentindo a sensação com freqüência. Sou uma pessoa que se entedia facilmente com rotinas, empregos, cidades, atividades e até pessoas. Eis minha paixão por viagens. Me acho aventureira.)


No filme, a vêem como uma neurótica auto-destrutiva que não sabe ser feliz. Hum.

I guess I’m gonna have to discuss that with my shrink.

quinta-feira, setembro 18, 2008

I think I fell in love (again)

So there I was again, topping up my Oyster card and minding the gap in the bloody tube. I hadn’t forgotten about the endless bus trips, pretentious Victorian houses and the freezing thin rain.
It was like a sparkle, all over again. First, the lions from Trafalgar Square, then those little pink flowers hanging from street poles, I was just amazed. We were taking pictures of Churchill whilst staring at the Big Ben (yes, even the big clock gave me butterflies in my stomach. Falling for such a cliché, Carolina?) when everything started.
Buckingham Palace didn’t do much for me – as it had never done – but as we had a blueberry muffin plus moccaccino in Covent Garden I couldn’t help but smile. With my mouth full. The burger we ate by the canal before an oddly empty Barfly night was so greasy I almost puked, but oh, I needed a real burger and chips. `Cause it’s chips, not fries, mate. After me, Dani and Carina yelling at each other to try to have a conversation, we decided to leave. Miss Winehouse was about to play next door, as we noticed by the amount of paparazzi waiting outside the Camden pub. I read on next day’s paper she showed up two hours later. It should’ve been the same time we arrived home, since our night bus never made the next stop. It was broken. Oh, London after midnight! Everything is such a pleasant mission, in’it?

My cheap vintage scarves bought in Portobello the morning after were a good start. The day just got better and better. A hat, a pair of earrings and many photos made the hours flash and next thing I know we are all eating Thai just around the corner. Maybe it was the shopping, maybe the red curry, perhaps the half bottle of wine. The thing is I wanted to cry with such a happy meal with my dearest friends EVER. By the way, thank you Stef, for paying the bill. The tiny bit of sunlight emerging from behind the clouds made everyone hysterical, so we walked down the street. We walked a bit more before going to the epicentre of coolness, fashion, upcoming arty scene so indie trendy nu-rave vintage area: Brick Lane. Alice, I had a PROPER Cosmo.
And if all that wasn’t enough, there she was, Tower Bridge. And raspberry and white chocolate muffin, and more Brick Lane, and more walking and home. Only to get changed and catch up with the warming up going on for hours in the lounge, with caipririnhas and all. Then it was getting the tube, getting in, getting in the mood, getting wasted, getting up, getting wild, getting tired, getting a cab, getting even more tired because the cab took ages to get there, getting home, getting a bit sick, getting a spot on the couch, getting bored, getting sleepy, getting a major hangover.
But the hangover was enjoyed with everyone that was smashed the night before, with polish home-made chicken soup and cartoons.
I had to change my flight to the next day. So, why not TATE Modern? Another cappuccino, a music book, a little run for the bus and I was apparently dead at the flight back to Barcelona. Seriously what’s with the journeys back home? I closed my eyes, took a deep breath and woke up in the Mediterranean.

And now what?
I keep hearing Caroline’s voice in my head, with her cute French accent: “You CAN’T leave, Carol. You BELONG here”. I just nodded.

the do "on my shoulders"

Tem coisas boas da Mercè, a festa oba-oba-geral de Barcelona.
Programa de sexta, por exemplo: pode começar com todo mundo fazendo um botellón no Raval e ficar ali pelo MACBA pra ver essa graça, de graça. The Do, faz parte do BAM (Barcelona Acció Musical).

terça-feira, setembro 16, 2008

terça-feira, setembro 02, 2008

Watch out, Microsoft

A Gloogle acaba de anunciar o Chrome, seu navegador da web que promete ser simples e rápido.
Se tudo o que eles estao dizendo for verdade, o Chrome promete ser revolucionário: extremamente seguro, carrega vídeos e imagens com muito mais rapidez e tem mecanismo anti-crash - que, vamos combinar, é a PIOR fraqueza do Explorer. Ufff...

O mais bacana disso tudo é que a fonte é aberta. Ou iés!

Para saber de tudo tim-tim por tim-tim, você pode ir até o Blog da Google, que criou um Comic Book expondo o bê-á-bá do Chrome de um jeito bonitinho e que qualquer dumb ass entende.

segunda-feira, setembro 01, 2008

Cinema and web 2.0

É, vai sair um filme sobre os criadores do FaceBook. Aaron Sorkin está em vias de escrevê-lo e, para entender melhor como funciona a coisa, criou seu próprio perfil na rede.

Estarei curiosamente à espera.

Quase tudo aqui, no Blog de Cine ou ainda aqui, no Hollywood Reporter.

Mínimas Fronteiras





O prisma da foto compõe a obra minimalista, cenário de uma performance que ocorrerá após a conferência do Philip Glass no Fronteiras do Pensamento Copesul Braskem, dia primeiro de setembro.
Uma ação, um olhar para o minimalismo. Uma maneira de intensificar a compreensão desta edição. Na noite em que o curso de altos estudos recebe o músico, haverá uma releitura minimalista de um movimento instaurado. Uma instalação que dialoga com som e imagem. Não são respostas, mas a possibilidade de novas perguntas. Convergindo música em suporte e a atenção dos expectadores em discussão ou simplesmente proporcionando um momento artístico integrado, nesta noite haverá algo inusitado.
A ação, denominada Mínimas Fronteiras é uma iniciativa da Estúdio Nômade, agência de comunicação alternativa e interativa e mediação cultural, com projetos artísticos integrados de arte contemporânea.
Para conceber as fotografias conceituais do projeto, a mesma linha de criação da obra foi utilizada: a fusão de linguagens artísticas e a intervenção em espaços.
Além da performance, o projeto Mínimas Fronteiras entregará um livreto aos participantes do curso e o site entrará no ar a partir do dia 1º de setembro. (http://www.minimasfronteiras.com.br/)

O quê: Ação Mínimas Fronteiras
Quando: 1º de setembro.
Onde: Salão de Atos da UFRGS.


Crédito das fotos: Danilo Christidis

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